Itália reabrirá fronteiras com a Europa

Desde o dia 9 de março, a Itália decretou isolamento total em todo o território nacional, e somente agora, dia 18/05/20, o país finalmente iniciou uma nova etapa da fase 2, trazendo um retorno gradual à "normalidade". Como consequência, a partir do dia 3 de junho a Itália reabrirá as fronteiras com a União Europeia, Área Schengen, Reino Unido, República de São Marinho e Principado de Mônaco.


O objetivo é salvar a temporada de verão na Europa, crucial para a indústria do turismo, que por si só vale 10% do PIB europeu, ou cerca de 1.400 bilhões. A Comissão Europeia apresentou um pacote de diretrizes para ajudar os Estados-Membros a sair gradualmente do bloqueio de maneira coordenada, respeitando a saúde e o princípio da não discriminação: se um Estado-Membro decidir permitir viagens dentro de seu próprio país/território ou em regiões específicas do seu território, deve fazê-lo de forma não discriminatória, permitindo o acesso a pessoas provenientes de todas as áreas, regiões ou países que na UE tenham uma situação epidemiológica semelhante e em que "haja capacidades suficientes em termos de hospitais, testes, vigilância e monitoramento de contágios.


A Itália já declarou que além de abrir suas fronteiras, turistas provenientes desses locais não precisarão fazer a quarentena de 14 dias. Mas, apesar da Itália se esforçar para ter algum tipo de turismo em solo italiano, muitos países não reabrirão suas fronteiras com a Itália.


Nessa semana do dia 18 de maio, estão havendo reuniões para discutir o aumento das fronteiras da Itália e para a Itália. O ministro das Relações Exteriores, Luigi Di Maio, encontrará seus colegas de outros países da UE por videoconferência para discutir o assunto. A missão será uma: fazer o melhor uso das próximas duas semanas para garantir uma saída completa e coordenada do confinamento com os países da UE.


Luigi di maio declarou em relação aos países não abrirem suas fronteiras para a Itália: "É inaceitável que existam listas negras entre os países da UE. Se não mudarmos de direção, haverá sérias repercussões econômicas no setor de turismo de todos os países europeus, não apenas da Itália.


Quanto às viagens fora da UE e intercontinentais, a suspensão estará em vigor pelo menos até 15 de junho, não havendo ainda uma previsão de voos internacionais da Itália e para a Itália. Porém, em uma entrevista, o Governador Solinas, da Sardenha, disse que 15 de junho abre para voos internacionais, mas para quem